
HISTORIAS INFANTIS...
· A arca de Noé – Ruth Rocha – Ed. Ática
· A casa sonolenta – Audrey Wood – Ed. Ática
· A verdadeira história dos três porquinhos – Jon Scienzka – Cia. Das Letrinhas
· Adivinhe quem...! – Ana Martín-Larrañaga
· As centopéias e seus sapatinhos – Milton Camargo – Ed. Ática
· Até logo, urso Boz – Rob Lewis – Martins Fontes
· Balas, bombons, caramelos – Ana Maria Machado – Ed. Moderna
· Branca de Neve e os sete anões – Col. Caixinha de Música – Ed. Record
· Brasileirinhos – Lalau e Laurabeatriz – Cosac & Naify
· Bruxa, Bruxa, venha à minha festa – Arden Druce – Brinque Book
· Buuu! – Colin McNaughton – Martins Fontes
· Chapeuzinho Amarelo – Chico Buarque – Ed. José Olympio
· Como contar crocodilos – Margaret Mayo – Cia. Das Letrinhas
· Da pequena toupeira que queria saber quem tinha feito cocô na cabeça dela – Werner Holzwarth/Wolf Erlbruch – Cia. Das Letrinhas
· Dani – Tony & Zoë Ross – Salamandra
· Dorminhoco – Michael Rosen/Jonathan Langley – Brinque Book
· Esconde-esconde – Eva Furnari – Ed. Ática
· Esta é Silvia – Tony Ross/Jeanne Willis – Salamandra
· Estela, estrela do mar – Marie Louise Gay – Brinque Book
· Faz e acontece no circo – Lalau e Laurabeatriz – Cia. Das Letrinhas
· Filó e Marieta – Eva Furnari – Ed. Paulinas
· Fofos filhos e filhotes – Fanny Abramovich – Studio Nobel
· Lico no barbeiro; Lico de boné novo; Lico no correio – Olof & Lena Landström – Martins Fontes
· Lili, Pedro e o peixe caçador de tesouros – Angelika Glitz/Annete Swoboda – Brinque Book
· Lúcia já-vou-indo – Maria Heloisa Penteado – Ed. Ática
· Macaco danado – Julia Donaldson/ Axel Scheffler – Brinque Book
· Meu pai é um problema – Babette Cole – Cia. Das Letrinhas
· Nestor – Quentin Gréban – Brinque Book
· O banho do texugo – Nick Butterworth – Ed. Callis
· O beijo – Valérie D´Heur – Brinque Book
· O caracol e a Baleia – Julia Donaldson/Axel Scheffler – Cosac & Naify
· O castor pintor; O castor jardineiro – Lars Klinting – Ed. Callis
· O coelhinho Insone – Carol Roth/Valeri Gorbachev – Brinque Book
· O Grúfalo – Julia Donaldson/ Axel Scheffler – Brinque Book
· O homem que amava caixas – Stephen Michael King – Brinque Book
· O livro da família – Todd Parr – Panda Books
· O patinho feio – Ed. Scipione
· O rei bigodeira e sua banheira – Audrey Wood – Ed. Ática
· Opa! – Colin McNaughton – Martins Fontes
· Otto – Todd Parr – Panda Books
· Pedro e o lobo – Sergei Prokofev – Martins Fontes
· Pedro e Tina – Stephen Michael King – Brinque Book
· Pedroca e Maria – Helme Heine – Ed. Ática
· Pinóquio – Tatiana Belinky – Martins Fontes
· Pintas, listras... – Svjetlan Junakovic – Cosac & Naify
· Quem tem medo de lobo? – Fanny Joly/Jean-Noël Rochut – Ed. Scipione
· Quero um gato – Tony Ross – Martins Fontes
· Rápido como um gafanhoto – Audrey Wood – Brinque Book
· Rima pra cá, rima pra lá – Cia. Das Letrinhas
· Truks – Eva Furnari – Ed. Ática
· Uau! Ser pato é o máximo! – Joan Rankin – Ed. Ática
· Um burrinho grande – Rindert Kromhout – Martins Fontes
· Um porco vem morar aqui! – Claudi Fries – Brinque Book
· Você e eu – Martin Waddell/Bárbara Firth – Brinque Book
DIA DA POESIA...
QUEIJINHOS NA TOCA...
(Atenção e Agilidade).
Materiais: "Queijinhos", confeccionados com pedaços de espuma."Tocas", confeccionados com embalagens plásticas de sorvete."Ratinhos", confeccionados com EVA.
Desenvolvimento:Organizar duas equipes. Ao sinal do monitor uma criança de cada equipe começa a soprar, cada um dos queijinhos até chegar na toca. Ganha a equipe que conseguir guardar a maior quantidade de queijos em sua toca.
POESIA...
O jacaré;
Não larga do meu pé.
Já o leão
É sempre o bonzão.
A cegonha
Sempre fica com vergonha.
O gato,
Só usa o meu sapato.
O tucano
Só se enxuga com pano.
O pinguim,
Só fala de mim.
O elefante,
só gosta de coisa gigante.
O pato,
só anda de jacto.
A borboleta,
é xereta.
A foca,
só fala fofoca.
O mosquito,
só não gosta do periquito;
já o periquito,
só gosta do mosquito.
As formigas,
só gostam de coisas antigas.
E o passarinho,
assiste tudo em seu ninho.
Gabriel Queiroz Rodrigues.
RELATO DE EXPERIÊNCIAS...
RISQUE RABISQUE...
POESIAS...
.São duas crianças lindas
Mas são muito diferentes!
Uma é toda desdentada,
A outra é cheia de dentes...
Uma anda descabelada,
A outra é cheia de pentes!
Uma delas usa óculos,
E a outra só usa lentes.
Uma gosta de gelados,
A outra gosta de quentes.
Uma tem cabelos longos,
A outra corta eles rentes.
Não queira que sejam iguais,
Aliás, nem mesmo tentes!
São duas crianças lindas,
Mas são muito diferentes!
Ruth Rocha
TARTARUGA
TENHO
CASA PRÓPRIA.
POSSO VIVER
CEM ANOS.
POR TODOS
SOU AMADA.
POR ISSO,
SOU ASSIM,
TRANQÜILA,
TRANQÜILA,
SEM PRESSA
PARA NADA.
Lalau e Laurabeatriz
POESIA...
• Brincar com as palavras
(achar uma palavra dentro da outra)
• Reconhecer palavras que rimam
• Criar rimas
• Fazer acrósticos
• Trabalhar também o desenho (ilustrar um poema)
• Formar palavras substituindo vogais
• Explorar a diferença entre canção e poema
• Trabalhar noções do real e imaginário
• Colocar poema na ordem correta
• Montar acróstico
• Ordenação de versos
• Escrita de texto lacunado
• Criação de poema
O que a poesia nos dá?
• Ajuda a romper modos convencionais de percepção e
julgamento.
• Faz com que vejamos o mundo e as pessoas com novos
olhos ou descubramos novos aspectos deles.
• Pode dar-nos uma consciência mais ampla dos nossos
sentimentos profundos.
• Possibilita o exercício de reconhecer-se no outro --
elemento fundamental da arte.
• Discernimento do limite entre realidade e criação.
• Multiplicidade de gêneros poéticos (e textuais) -- poesia
concreta, soneto, haicai, poema musical etc.
Assim Assado, de Eva Furnari. São Paulo, Moderna, 1991.
Ilustrações da autora.
Este livro da Eva Furnari faz parte de uma coleção que
traz como recurso central o jogo de palavras, cujo elemento
constitutivo é a quebra de expectativa. Como se vê nas
quadrinhas abaixo:
Era uma vez...
Um elefante delicado,
Levou uma bronca
Ficou emburrado.
Era uma vez...
Uma velha coroca
Foi pro jardim,
Conversar com minhoca.
O mesmo tipo de recurso aparece em Você troca?, agora
nos tercetos:
Você troca
Um mamão bichado
Por um bichão mimado?
Por serem breves, apoiados em rimas que facilitam a
memorização, os livros de Furnari são indicados para crianças
em fase de alfabetização.
EDITORA MODERNA
http://www.moderna.com.br/moderna/didaticos/ef1/buriti/fazendo/dicas/artigos/poesia_buriti.pdf
NOVA ETAPA... BEM-VINDOS!!!
Sonho de menino
Sonho coisas novas, jardins floridos,
Noites ilustradas de fantasias eSonhos de Morpheus...
Sonho acordado, perdido no horizonte
Gérberas, petúnias, espinhos e aromas
Grama, amoreiras, mangueiras, macieiras,
Frutas no pé, alegria, gritos...
Crianças espassas, nuvens correm
Flores jogam bolas de cores
Meninas dão frutos, verdes e imaturos
Voa, voa garotinho, voa sem medo, no escuro
Lua com carinha feliz, felicidade acima do mar
Marulhar, ondas de sortidas balas...
Sonho sábado à tarde no parque,
O domingo na casa da vovó,
Sonho ser criança
"Ciranda, cirandinha..."
Mesmo acordado
sonho ser Peter Pan
Vislumbre o agora, a cor,a arte
Amor, amo ser jardim florido,
Pássaros cantarolando...Canta vida, canta!!!
K Lorca
Publicado no Recanto das Letras em 06/01/2009
TEXTO PARA LEITURA...
por Dra. Shirley de Campos em 2003-07-07
Você já abriu a mochila do seu filho e deu de cara com uma lapiseira, um brinquedinho ou outro objeto que você não comproue que ele não ganhou de presente? Ou então, já sentiu falta de alguns trocadinhos que jurava ter deixado na bolsa? A primeira idéia que vem à mente é a de que seu filhote roubou, não é?
Tranqüilize-se, pois o fato de seu filho levar para casa o lápis do colega ou pegar um ou dois reais da sua carteira, sem permissão, não quer dizer que ele esteja a caminho da delinqüência ou que seja um cleptomaníaco. Cleptomania, se você não sabe, é o nome de um distúrbio comportamental relacionado ao furto repetido de pequenas quantias em dinheiro ou objetos sem muito valor."Sem dúvida, a criança que desenvolve esse hábito está sinalizando um momento de conflito, mas esse não é um motivo para levá-la imediatamente ao psicólogo.
Os pais devem conversar com o filho para saber por que ele fez aquilo e explicar que esse tipo de atitude não é correto", diz a psicóloga Maria Regina Albertini, de São Paulo."É importante informar aos pais que não há criança cleptomaníaca. Esse tipo de doença decorre de distúrbios emocionais e aparece apenas na adolescência e na fase adulta", complementa Maria Regina.No centro dos holofotesA criança menor, de dois a quatro anos, ainda não tem maturidade para entender que não pode pegar, sem permissão, o que não é dela. Nessa idade, a garotada não tem maldade ou malícia para querer se apoderar do que é do outro. Quando o faz, é porque acha o brinquedo atraente e gostaria de tê-lo.Os pais não devem esperar para ensinar ao filho que é errado pegar as coisas dos amiguinhos.
O melhor é que eles façam isso assim que a criança aparecer com algo que não é dela. Porém, antes de tomar qualquer medida, tente investigar por que o objeto está ali. Pergunte a ele! Seu filho pode ter ganhado um presentinho da professora ou mesmo de um amigo. Em caso de dúvida, cheque a informação na escola.Dependendo da maturidade da criança - normalmente a partir dos cinco anos - o fato de levar para casa coisinhas que não pertencem a ela merece atenção, principalmente se começar a se tornar rotina.
O garoto está, provavelmente, tentando substituir algo de que sente falta pelo objeto furtado.Numa conversa franca e atenta com ele, você terá condições de avaliar se o motivo do furto foi exclusivamente o desejo de possuir um objeto igual ao do amigo ou se há um distúrbio emocional desencadeando tal comportamento.
Chamar a atenção dos pais pode ser a causa. É bom deixar claro que, nem sempre, a carência de atenção é fruto da ausência dos pais. Há crianças que precisam ser mais cuidadas do que outras e algumas encontram, nos pequenos delitos, a única forma de demonstrar essa necessidade.Mesmo os maiorzinhos, até dez anos, não devem ser castigados por desejar e "surrupiar" aquilo que não é deles. É sinal de que eles, ainda, não aprenderam a lidar com a frustração de não possuir certas coisas ou, quem sabe, estão com dificuldades para enfrentar certas emoções.Mais uma vez, o caminho para resolver essa questão é ouvir o que a criança tem a dizer a respeito e explicar a ela que nem sempre conseguimos tudo o que queremos.
Aproveite para deixar claro que você está sempre disposto a bater um papinho amigo.Conversar é o melhor remédioEm primeiro lugar, é importante reconhecer que, se a criança levou para casa objetos que não são seus, significa que ela pode estar precisando de ajuda. Afinal, essa é a única forma que ela tem de se expressar.Significa, também, que faltou diálogo para que seu filho tivesse a oportunidade de falar sobre o dia-a-dia - na escola, no playground, na brincadeira com os amiguinhos.
Nesses bate-papos, os pais se interam do universo da criança, que costuma dar sinais quando algo de novo está rondando sua cabecinha.Uma vez que ela tenha pego algo que não é seu, precisa ouvir sobre o assunto e perceber a gravidade desse ato. Respeite a maturidade de seu filhote e tome cuidado para não transformar o caso num drama (você já viu que ele merece atenção, mas não desespero).
"Para as crianças a partir dos sete anos, vale estabelecer uma pequena mesada que lhe permita comprar as bugigangas que deseja - doces, balas, salgadinhos, figurinhas. Isso evita que elas caiam na tentação de levar o que é do amiguinho", aconselha Maria Regina.Se acontecer mais de uma vez, não entre em pânico: ouça o pequeno, converse e explique tudo mais uma vez. Assim, o sintoma tende a desaparecer. Caso a mania persista, peça orientação a um psicólogo.
Johnson & Johnson
BRINQUEDO DE SUCATA...Dia das crianças
BRINCADEIRAS COM AS SOMBRAS...
FOLCLORE...LENDA DAS CATARATAS
Os índios caingangues, que habitavam as margens do rio Iguaçu, acreditavam que o mundo era governado por M'Boy, o Deus Serpente, filho de Tupã.
O cacique da tribo, Ignobi, tinha uma bela filha chamada Naipi. Devido a sua beleza, Naipi seria consagrada ao Deus M'Boy, passando a viver somente para seu culto. Havia, porém, entre os caingangues, um jovem guerreiro chamado Tarobá, que ao ver Naipi, por ela se apaixonara.
No dia em que foi anunciada a festa de consagração da bela índia, quando o cacique e o pajé bebiam "cauim" (bebida feita de milho fermentado) e os guerreiros dançavam, Tarobá fugiu com Naipi em uma canoa, que seguiu rio abaixo, arrastada pela correnteza.
Quando M'Boy soube da fuga, ficou furioso. Penetrou então nas entranhas da terra e retorcendo o seu corpo, produziu uma enorme fenda, que formou uma catarata gigantesca. Envolvidos pelas águas dessa imensa cachoeira, os fugitivos caíram de grande altura.
Naipi transformou-se em uma rocha abaixo da cachoeira, perpetuamente fustigada pelas águas revoltas e Tarobá foi convertido em uma palmeira, situada a beira do abismo. Debaixo dessa palmeira acha-se a entrada de uma gruta onde o monstro vingativo vigia, eternamente, as suas duas vítimas.
FOLCLORE...
ALFABETIZAÇÃO...
POESIA...
É importante ler poemas de maneira a revelar o ritmo e os sons das palavras.
ALFABETIZAÇÃO...



É preciso ressaltar que alfabetizar vai muito além da decodificação de letras, ou seja, do usual aprender a ler e escrever. É função do professor usar a metodologia da Língua Portuguesa no processo da alfabetização, orientando o aluno ao uso da escrita e leitura de modo interpretativo, para que seja possível à criança não só ler e escrever, mas compreender o que foi lido e saber fazer uso da palavra.FOLCLORE ...SACI...
VOLTA ÁS AULAS...
AS CRIANÇAS LEVARAM PARA CASA NO INÍCIO DAS FÉRIAS UM SAQUINHO DE TNT, NELE GUARDARAM ALGUNS OBJETOS DE RECORDAÇÃO DAS FÉRIAS. NEM TODOS TROUXERAM DE VOLTA, MAS O POUCO QUE VEIO, FOI MUITO BACANA!
REPRESENTAÇÃO DA CASA...



Desenho de vivências
O desenho como registro de experiência é uma atividade que possibilita
documentar experiências, pensamentos, alegrias, perdas, enfim, tudo que é significativo. É enriquecedor do repertório gráfico, por referir-se às mais diversas situações.
FANTOCHES...

LETRAMENTO...
É uma receita de biscoito,
BRINCAR É O TRABALHO DA CRIANÇA....

Brincadeira séria
Brincar, todo professor sabe, é essencial para a meninada.
Mas em projetos de conhecimento de mundo o faz- de-conta tem uma função ainda mais importante.
É na hora do jogo que a criança organiza internamente as informações transmitidas pela escola - novos conhecimentos que, muitas vezes, só são "processados" de fato quando mescladas ao repertório prévio sobre o assunto.
"O conhecimento muda a forma de brincar, qualitativa e quantitativamente", diz a psicóloga Marilene Lima.
"Encenações, danças e diálogos ficam mais complexos.
" Ela ressalta a importância de a professora observar esses momentos e anotar progressos e dificuldades.
"Os pequenos não precisam saber que a brincadeira é séria. O professor, sim."
FONTE: REVISTA ESCOLA
PREMIO DARDOS
ZIRALDO...

-Tem bicho!!!!!
LINDO...E TÃO REAL..

Ann Landers
4 anos:
Meu pai pode fazer tudo.
5 anos:
14 anos:
25 anos:
OU ISTO OU AQUILO...CECÍLIA MEIRELLES

LEILÃO DE JARDIM...CECÍLIA MEIRELLES

Frases que nunca devem ser ditas às Crianças!

Atenção pais, cuidado com o que sai da sua boca!
Muitas vezes, quando os pais vão dar uma bronca nos filhos, não prestam atenção nas palavras. Assim acabam usando expressões contundentes e como conseqüência criam traumas nas crianças.Baseado em entrevistas com pais e especialistas, o professor e psicólogo americano Charles Schaefer, da Dickinson University, elaborou uma lista de frases que não devem jamais ser ditas às crianças.
HISTÓRIA DO DENTINHO...
uma grande maçã estavam a cortar...
alegre, limpinha, pronta para ajudar...
__ Escova, escovinha, não queres ser minha?
O teu dono deve ser muito porquinho!
porque o nosso dono não nos quer tratar!
Todos os dentes: __ Escova, escovinha, não queres ser minha?
O vosso esmalte vai ficar a brilhar!
( Ao som de música, dá-se início ao ritual da lavagem dos dentes ).
PALHACINHO...
DEDOCHES...
CALENDÁRIO DE JULHO / 2008

01 · Dia da vacina BCG
FANTOCHES...feito por mãozinhas mágicas!!!
BICHINHOS NÃO IDENTIFICADOS!!!!
Ofereça muita sucata e crie um ambiente estimulador...e verá do que são capazes!!!
Bom Dia, Todas as Cores!

O pequeno Zeca entra em casa, após a aula, batendo forte os seus pés no assoalho da casa. Seu pai, que estava indo para o quintal para fazer alguns serviços na horta, ao ver aquilo chama o menino para uma conversa.
Zeca, de oito anos de idade, o acompanha desconfiado. Antes que seu pai dissesse alguma coisa, fala irritado:
- Pai, estou com muita raiva. O Juca não deveria ter feito aquilo comigo.
Desejo tudo de ruim para ele.
Seu pai, um homem simples mas cheio de sabedoria, escuta calmamente o filho que continua a reclamar:
- O Juca me humilhou na frente dos meus amigos. Não aceito. Gostaria que ele ficasse doente sem poder ir à escola.
O pai escuta tudo calado enquanto caminha até um abrigo onde guardava um saco cheio de carvão Levou o saco até o fundo do quintal e o menino o acompanhou, calado. Zeca vê o saco ser aberto e antes mesmo que ele pudesse fazer uma pergunta, o pai lhe propõe algo:
- Filho, faz de conta que aquela camisa branquinha que está secando no varal é o seu amiguinho Juca e cada pedaço de carvão é um mau pensamento seu, endereçado a ele. Quero que você jogue todo o carvão do saco na camisa, até o último pedaço. Depois eu volto para ver como ficou.
O menino achou que seria uma brincadeira divertida e passou mãos à obra. O varal com a camisa estava longe do menino e poucos pedaços acertavam o alvo. Uma hora se passou e o menino terminou a tarefa. O pai que espiava tudo de longe, se aproxima do menino e lhe pergunta:
- Filho como está se sentindo agora?
- Estou cansado mas estou alegre porque acertei muitos pedaços de carvão na camisa.
O pai olha para o menino, que fica sem entender a razão daquela brincadeira, e carinhoso lhe fala:
- Venha comigo até o meu quarto, quero lhe mostrar uma coisa.
O filho acompanha o pai até o quarto e é colocado na frente de um grande espelho onde pode ver seu corpo todo. Que susto! Zeca só conseguia enxergar seus dentes e os olhinhos. O pai, então lhe diz ternamente:
- Filho, você viu que a camisa quase não se sujou; mas, olhe só para você.
O mal que desejamos aos outros é como o que lhe aconteceu. Por mais que possamos atrapalhar a vida de alguém com nossos pensamentos, a borra, os resíduos, a fuligem ficam sempre em nós mesmos.
Cuidado com seus pensamentos, eles se transformam em palavras;
Cuidado com suas palavras, elas se transformam em ações;
Cuidado com suas ações, elas se transformam em hábitos;
Cuidado com seus hábitos, eles moldam o seu caráter;
Cuidado com seu caráter, ele controla o seu destino.
NÃO PODIA FALTAR AS LEMBRANCINHAS...
TEATRO O MÁGICO DE OZ
Doroti é uma menina muito alegre...que adora brincar com seu cachorrinho...ela passa o dia inteiro brincando, correndo pra lá e pra cá!
Um dia Doroti olhou para o céu e viu uma enorme tempestade chegando...ficou assustada, com muito medo...
O vento foi tão forte que levou Doroti e seu cachorrinho para um lugar bem longe de sua casa...um lugar que ela não conhecia...
De repente apareceu uma linda fada...
FADA
Está perdida linda menina?
O que está procurando por aqui??
DOROTI
Estou perdida sim...quero voltar para minha casa...você pode me ajudar?
FADA
Procure o Mágico de Oz ...siga o caminho de pedras amarelas ...leve estes sapatinhos mágicos, você vai caminhar muito, eles te ajudarão a voltar para sua casa...
DOROTI
Então eu vou...
NARRADOR
Assim, Doroti seguiu o caminho de pedras amarelas...Quando de repente...viu um espalho...
DOROTI
Oi..espantalho!
ESPANTALHO
Oooiii...
DOROTI
Você falou comigo??
ESPANTALHO
Sim..eu falei!
Me ajude a sair daqui...
Queria ter um cérebro para poder agradecer...
DOROTI
Então venha comigo...o Mágico de Oz poderá te dar um cérebro!
NARRADOR
Doroti e o espantalho seguiram o caminho...para encontrar o Mágico...
De repente ouviram alguém pedindo ajuda...quem será???
HOMEM DE LATA
Socorro! Socorro!
Me tire daqui...estou enferrujado...
DOROTI
Como poderei te ajudar??
HOMEM DE LATA
Passe um pouco de óleo...para desenferrujar... ufá!!
Queria ter um coração generoso para agradecer...
DOROTI
Então venha conosco...vamos procurar o Mágico de Oz...ele poderá te dar um coração!
NARRADOR
Novamente continuaram a caminhar pelo caminho das pedras amarelas...
No caminho, um leão atacou o cachorrinho de Doroti..
DOROTI
Seu leão covarde!! Como você ataca um cãozinho tão indefeso??
LEÃO
É verdade...sou muito covarde!
Tenho muito medo! Queria ser um leão corajoso...
DOROTI
Então venha...vamos procurar o Mágico de Oz ...ele dará coragem a você...
( Música)
Quero minha massa cinzenta...
Eu quero um coração...
E eu ir pra casa...
Queremos juntos cantar...até o fim sem parar...
Queremos você...Mágico de Oz...
MÁGICO DE OZ
Alguém me chamou??
Quem são vocês?
DOROTI
Eu sou a Doroti...e quero volar para minha casa...
ESPANTALHO
Sou o espantalho...queria ter um cérebro para saber agradecer...
HOMEM DE LATA
Eu sou o homem de lata...queria ter um coração para ser generoso...
LEÃO
E eu sou o leão...queria ser corajoso...
MÁGICO DE OZ
Darei um cérebro ao espantalho...
Darei um coração ao homem de lata...
Mas quanto a você menina...somente a fada poderá ajuda-la...siga seu caminho, assim a encontrará...
NARRADOR
Doroti e seus amigos continuaram caminhando...De repente viram a fada...
DOROTI
Que bom te encontrar!!
Encontramos o Mágico de Oz ...e ele disse que você pode me ajudar a voltar para minha casa...como faço agora??
FADA
Ora...linda menina!
Os sapatinhos que te dei são mágicos...bata três vezes no chão e faça seu pedido!
NARRADOR
Assim, começou um vento muito forte...que levou Doroti de volta para sua casa...
VÍDEO MEIO AMBIENTE...muito bom!!!
MATEMATICA : HISTORIA DOS NUMEROS
-HISTÓRIA DOS NÚMEROS
N° DA CASA
TELEFONE
IDADE
DATA DE NASSCIMENTO
SAPATO
CAMISETA
CALÇA
IDADE
ALTURA
PESO
Teatro de Mãos
(A partir dos 4 anos.)
VOCÊ VAI PRECISAR DE:
- um jogo de canetinhas;
- um desenho de uma lâmpada;
- um anel bonito que sirva no dedo anular;
e um dedal...
Pegue o livro "Os Dez Amigos" de Ziraldo e monte um teatro de mãos para a sua turminha!
A história fala sobre amizade e companheirismo, de um jeito muito bacana.
Sugestões:
1) Os dedos, juntos, descobrem que podem brincar de tudo! Pergunte às crianças que mais os dedos podem, fazer, além de brincar. Tocar instrumentos? Ajudar?
2) Desenhe carinhas nos dedos das crianças e proponha que cada uma crie uma conversa entre os seus dedinhos. Use canetinhas coloridas, para melhor efeito. As crianças também podem criar chapéus, gravatas, saias, para seus dedinhos e dar-lhes nomes.
3) Você não precisa parar por aí. Que tal adaptar outros textos? Que tal criar seus próprios roteiros?
JOGO...
MUITA COISA BOA...
http://revistaescola.abril.com.br/edicoes/0195/aberto/195_fichas.pdf
BONECO ECOLÓGICO...
- Meia calça (¾) usada;
- Serragem;
- Alpiste;
- Gominha;
- Lã vermelha;
- Olhinhos de plástico;
- Cola quente.
Modo de Fazer
- Misture o alpiste com um pouco de serragem, para começar a encher a meia até onde você quiser que nasça o cabelo do boneco.
- Preencher o restante da meia com serragem pura.
- Ao terminar, amarre e corte o que sobrar da meia.
- Comece a dar um rosto ao seu boneco. Na altura do nariz, puxe um pouco a meia e amarre com uma gominha.
- Se quiser colocar orelhas, basta repetir a ação.
- Utilizando cola quente, coloque os olhos e a boca de seu boneco.
- Com um pedaço de fio de lã você pode dar formatos diferentes à boca, para criar expressões variadas.
- Vá a uma torneira e molhe totalmente o boneco, até que ele esteja encharcado.
- Depois, basta molhar o boneco uma vez por dia e somente na região da cabeça, para acompanhar o crescimento do “cabelo verde”.
SITE ...
MENINAS...ESPERO QUE ENCONTREM COISAS INTERESSANTES!!!
MASSINHA DE MODELAR 2

MASSINHA DE MODELAR...
Esse é um desafio curioso !
Mas, se você olhar fixamente para o pontinho preto por 30 segundos e olhar para uma superfície branca (parede, por exemplo) ... vai ter uma surpresa !! Vai ver a nossa bandeira linda e nas suas cores certas !
A pergunta é : por que isso acontece ??
Sugestão : faça outros desenhos e pinte com as cores que desejar.
Faça um pontinho preto para fixar o olhar e repita o processo da bandeira.
Você vai ver cores lindas !
BINÓCULO...
BONECA BELOCA...
DISLEXIA...
Falar e Ouvir, são atividades com fundamentos biológicos.
A criança aprende a usar a linguagem falada com velocidade incrível e isto depende de:
- meio ambiente
- trato vocal
- organização do cérebro
- sensibilidade perceptual para falar os sons
Ela adquire a linguagem escrita em parte Inventada e em parte Descoberta.
Inventada porque criou-se símbolos visuais (grafemas = letras) para representar elementos da linguagem.
Descoberta, porque esses elementos serão reconhecidos na linguagem falada (relação grafema / fonemas = sons das letras).
Ler não depende somente da capacidade de segmentação fonêmica (reconhecer sons e símbolos). Ela é necessária, mas não é sufuciente para formar um bom leitor. A criança precisa descobrir que uma palavra é composta por sons significantes e aprender também a identificá-los. Mas principalmente, para se adquirir a habilidade da leitura e escrita, é necessário que haja a automatização desta função, além da capacidade de síntese (interpretação).
Esta habilidade não se desenvolve naturalmente nem maturacionalmente, o aprendizado se incumbirá desta tarefa.
No entanto, há um número de crianças, bastante representativo, com dificuldade para aquisição e/ou automação do aprendizado da leitura e escrita. Entre as diversas causas possíveis dessa dificuldade está a dislexia. A dislexia, uma dificuldade acentuada na leitura e na escrita, atinge de 10 % a 15% da população mundial. Ainda não é reconhecida e muitas vezes não é aceita por professores. Crianças com 6 ou 7 anos de idade que apresentam inteligência normal (geralmente acima da média ), mas tem uma dificuldade atípica de aprender a ler, escrever e soletrar podem ser disléxicas.
A leitura lenta, trabalhosa e individual de palavras impede a habilidade da criança, adolescente ou adulto de compreender o que leu ou escreveu, mesmo que sua capacidade de compreensão da língua falada seja adequada. Há muita dificuldade também em transformar a soletração em som. Deficiências no processo fonológico, que são fortes indicadores de que haverá dificuldade na leitura e escrita, podem ser identificados no jardim da infância ou na 1a série.
A alfabetização precoce não produz a dislexia, mas facilita o seu diagnóstico. Os métodos da alfabetização mais modernos, como na alfabetização GLOBAL, onde a criança aprende a identificar as palavras como um todo tem conduzido a uma identificação mais rápida de disléxicos. O método SINTÉTICO ou FÔNICO, que não impõe tanta carga ao disléxico, permite que alguns casos passem mais tempo desapercebidos.
O sucesso na reeducação de um disléxico está baseado numa terapia multisensorial (aprender pelo uso de todos os sentidos ), combinando sempre a visão, a audição e o tato para ajudá-lo a ler e soletrar corretamente as palavras. O disléxico precisa olhar atentamente, ouvir atentamente, atentar aos movimentos da mão quando escreve e prestar atenção aos movimentos da boca quando fala.
Assim sendo, a criança disléxica associará a forma escrita de uma letra tanto com seu som como com os movimentos da mão para escrevê-la. O aprendizado deve ser feito de forma sistemática e cumulativa. Sendo ainda cada caso um caso específico, devem ser levadas em consideração as particularidades de cada um.
FONTE: ABD - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE DISLEXIA
CONTOS DE FADAS...
Este projeto visa a contação de histórias infantis de forma divertida, onde no final do projeto os alunos assistem um teatro das professoras.
Objetivos Gerais:
- Possibilitar a criança uma interação significativa, vivenciado situações que a estimulará a desenvolver sua percepção e imaginação.
Objetivo específico:- Possibilitar a criança conhecer alguns contos de fada;
- Estimular a criança a expressar seus sentimentos emoções;
- Incentivar a criança a identificar personagens, locais e seqüência de fatos;
- Exercitar a oralidade, através de relato sobre os contos;
- Visualização, contato e manuseio de diferentes matérias e objetos;
- Incentivar a iniciativa e criatividade das crianças para que recontem os contos a sua maneira.
- Brincar com a representação da história.
Conteúdos:
- Participação em situações de brincadeiras nas quais as crianças escolhem os parceiros, os objetos, os temas, o espaço e os personagens.
Procedimentos:
1. - Apresentar o livro da história a ser trabalhada no bimestre.
1.1 – Conversar sobre os cuidados que precisam ter ao manusear os livros.
1.2 – Mostrando as ilustrações da capa, nome do autor do livro e nome do livro.
2. - Ler a história.
2.1 – Organizar um cantinho tranqüilo sem interrupções.
2.2 – Ao ler a história dar ênfase ao tom de voz, mudando a entonação da fala a cada personagem.
2.3 – Deixar as crianças comentarem sobre as cenas e fatos.
3. – Representar a história
3.1 - Relembrar a história fazendo interpretação oral, questionando sobre o que e qual personagem mais gostaram.
3.2 – Organizar as crianças para que comentem sobre a história.
3.3 - Utilizar uma técnica ( massinha de modelar, dobradura, colagem, pintura, sucata,etc.), incentivando os alunos a criarem um personagem da história.
4. – Teatro das professoras
4.1 – Definir a data e o local da apresentação.
4.2 – Definir os personagens e o figurino que será utilizado.
LINDAS...
EXPLORANDO O BRANCO...
Para educadores: Reuniões de Avaliação
OBJETIVO: Avaliação do trabalho educacional realizado.
MATERIAL: Lousa ou quadro branco; folhas de anotação e lápis para todos.
COMO APLICAR:
- Não gosto de falar em pontos positivos e negativos, porque todo esforço tem algo de positivo, mesmo que não resulte naquilo que se espera. Então, costumo falar em "pontos fortes" e "pontos fracos".
- Um jeito gostoso de começar é fazer um resumo das atividades desenvolvidas no ano anterior, bem objetivo, para que as pessoas se situem no assunto. Aí, pede-se para as pessoas fecharem os olhos e perceberem como é que se sentem em relação ao que foi realizado.
- Pode-se pôr uma música suave, para favorecer a interiorização.
- Aí, pede-se que abram os olhos e escrevam um ponto forte (o que funcionou bem, deu bom resultado) e um ponto fraco (o que deixou a desejar) do trabalho do ano anterior. Peça que não enfoquem pessoas, mas fatos do grupo como um todo. (Nada de "A Fulana podia ter chegado mais vezes no horário", mas "Nem sempre conseguimos ter a pontualidade necessária.")
- Divida a lousa ou quadro ao meio, escrevendo PONTOS FORTES, de um lado e PONTOS FRACOS do outro. Cada pessoa vai lá escrever aqueles que observou.
- Depois, inicia-se um diálogo entre o grupo: Este quadro reflete bem a nossa realidade? Como nos fortalecer onde estamos fracos? Como fazer para manter e aperfeiçoar nossos pontos fortes?
Tempo para os filhos - Uma mensagem aos pais
Um menino, com voz tímida e os olhos cheios de admiração, pergunta ao pai, quando este retorna do trabalho:
- Papai! Quanto o Sr. Ganha por hora?
O pai, num gesto severo, respondeu:
- Escuta aqui meu filho, isto nem a sua mãe sabe! Não amole, estou cansado!
Mas o filho insiste:
- Mas papai, por favor, diga quanto o Sr. ganha por hora?
A reação do pai foi menos severa e respondeu:
- Três reais por hora
- Então, papai, o Sr. poderia me emprestar um real?
O pai, cheio de ira e tratando o filho com brutalidade, respondeu:
- Então era essa a razão de querer saber quanto eu ganho? Vá dormir e não me amole mais, menino aproveitador!
Já era tarde quando o pai começou a pensar no que havia acontecido e sentiu-se culpado. Talvez, quem sabe, o filho precisasse comprar algo. Querendo descarregar sua consciência doida, foi até o quarto do menino e, em voz baixa, perguntou:
- Filho, está dormindo?
- Não papai! (respondeu o sonolento garoto)
- Olha aqui está o dinheiro que me pediu, um real.
- Muito obrigado, papai! (disse o filho, levantando-se e retirando mais dois reais de uma caixinha que estava sob a cama).
Agora já completei, Papai! Tenho três reais. Poderia me vender uma hora de seu tempo?
"Será que estamos dedicando tempo suficiente aos nosso filhos?"
RATINHOS...
MUITO MAIS DO QUE ESPONJAS!!!!
A DANÇA DA QUADRILHA...
A quadrilha é dançada em homenagem aos santos juninos ( Santo Antônio, São João e São Pedro ) e para agradecer as boas colheitas na roça. Tal festejo é importante pois o homem do campo é muito religioso, devoto e respeitoso a Deus. Dançar, comemorar e agradecer.Em quase todo o Brasil, a quadrilha é dançada por um número par de casais e a quantidade de participantes da dança é determinada pelo tamanho do espaço que se tem para dançar. A quadrilha é comandada por um marcador, que orienta os casais, usando palavras afrancesadas e portuguesas. Existem diversas marcações para uma quadrilha e, a cada ano, vão surgindo novos comandos, baseados nos acontecimentos nacionais e na criatividade dos grupos e marcadores.A marcação que apresentamos é uma das mais tradicionais e simples.
Os comandos mais utilizados são(podem ocorrer variantes dependendo da região):
BALANCÊ (balancer) - Balançar o corpo no ritmo da música, marcando o passo, sem sair do lugar.
E usado como um grito de incentivo e é repetido quase todas as vezes que termina um passo. Quando um comando é dado só para os cavalheiros, as damas permanecem no BALANCË. E vice-versa,
ANAVAN (en avant) - Avante, caminhar balançando os braços.
RETURNÊ (returner) - Voltar aos seus lugares.
TUR (tour) - Dar uma volta: Com a mão direita, o cavalheiro abraça a cintura da dama. Ela coloca o braço esquerdo no ombro dele e dão um giro completo para a direita.
Para acontecer a Dança é preciso seguir os seguintes Passos:
01. Forma-se uma fileira de damas e outra de cavalheiros.
Uma, diante da outra, separadas por uma distância de 2,5m. Cada cavalheiro fica exatamente em frente à sua dama. Começa a música. BALANCÊ é o primeiro comando.
02. CUMPRIMENTO ÀS DAMAS OU "CAVALHEIROS CUMPRIMENTAR DAMAS"
Os cavalheiros, balançando o corpo, caminham até as damas e cada um cumprimenta a sua parceira, com mesura, quase se ajoelhando em frente a ela.
03. CUMPRIMENTO AOS CAVALHEIROS OU "DAMAS CUMPRIMENTAR CAVALHEIROS"
As damas, balançando o corpo, caminham até aos cavalheiros e cada uma cumprimenta o seu parceiro, com mesura, levantando levemente a barra da saia.
04. DAMAS E CAVALHEIROS TROCAR DE LADO
Os cavalheiros, de mãos dados, dirigem-se para o centro. As damas fazem o mesmo. Ao se aproximarem, todos se soltam.
Com os braços levantados, giram pela direita. Soltam-se as mãos, dirigem-se ao lado oposto. Os cavalheiros, de mãos dados, vão para o lugar antes ocupado pelas damas. E vice-versa,
05. PRIMEIRAS MARCAS AO CENTRO
Antes do início da quadrilha, os pares são marcados pelo no. 1 ou 2. Ao comando "Primeiras marcas ao centro , apenas os pares de vão ao centro, cumprimentam-se, voltam, os outros fazem o "passo no lugar . Estando no centro, ao ouvir o marcador pedir balanceio ou giro, executar com o par da fileira oposta. Ouvindo "aos seus lugares , os pares de no. 1 voltam à posição anterior. Ao comando de "Segundas marcas ao centro , os pares de no. 2 fazem o mesmo.
06. GRANDE PASSEIO
As filas giram pela direita, se emendam em um grande círculo. Cada cavalheiro dá a mão direita à sua parceira. Os casais passeiam em um grande círculo, balançando os braços soltos para baixo, no ritmo da música.
07. TROCAR DE DAMA
Cavalheiros à frente, ao lado da dama seguinte. O comando é repetido até que cada cavalheiro tenha passado por todas as damas e retornado para a sua parceira.
08. TROCAR DE CAVALHEIRO
O mesmo procedimento. Cada dama vai passar portadas os cavalheiros até ficar ao lado do seu parceiro.
09. O TÚNEL
Os casais, de mãos dados, vão andando em fila. Pára o casal da frente, levanta os braços, voltados para dentro, formando um arco. O segundo casal passa por baixo e levanta os braços em arco. O terceiro casal passa pelos dois e faz o mesmo. O procedimento se repete até que todos tenham passado pela ponte.
10. ANAVAN TUR
A doma e o cavalheiro dançam como no Tour(passeio em iportuguês). Após uma volta, a dama passa a dançar com o cavalheiro da frente. O comando é repetido até que cada dama tenha dançado com todos os cavalheiros e alcançado o seu parceiro.
11. CAMINHO DA ROÇA
Damas e cavalheiros formam uma só fila. Cada dama à frente do seu parceiro. Seguem na caminhada, braços livres,balançando. Fazem o BALANCË, andando sempre para a direita.
12. OLHA A COBRA
Damas e cavalheiros, que estavam andando para a direita, voltam-se e caminham em sentido contrário, evitando o perigo.
Vários comandos são usados para este passo: "Olha a chuva , "Olha a inflação , Olha o assalto , "Olha o (cita-se o nome de um político impopular na região). A fileira deve ir deslizando como uma cobra pelo chão.
13. É MENTIRA
Damas e cavalheiros voltam a caminhar para a direita. Já passou o perigo. Era alarme falso.
14. CARACOL
Damas e cavalheiros estão em uma única fileira. Ao ouvir o comando, o primeiro da fila começa a enrolar a fileira, como um caracol.
15. DESVIAR
É o palavra-chave para que o guia procure executar o caracol, ao contrário, até todos estarem em linha reta.
16. A GRANDE RODA
A fila é único agora, saindo do caracol. Forma-se uma roda que se movimenta, sempre de mãos dados, à direita e à esquerdo como for pedido. Neste passo, temos evoluções. Ouvindo "Duas rodas, damas para o centro ; as mulheres vão ao centro, dão as mãos.
Na marcação "Duas rodas, cavalheiros para dentro , acontece o inverso, As rodas obedecem ao comando,movimentando para a direita ou para esquerda. Se o pedido for "Damas à esquerda e "Cavalheiros à direita ou vice-versa, uma roda se desloca em sentido contrário à outra, seguindo o comando.
17. COROAR DAMAS
Volta-se à formação inicial das duas rodas, ficando as damos ao centro. Os cavalheiros, de mãos dados, erguem os braços sobre as cabeças das damas. Abaixam os braços, então, de mãos dados, enlaçando as damas pela cintura. Nesta posição, se deslocam para o lado que o marcador pedir.
18. COROAR CAVALHEIROS
Os cavalheiros erguem os braços e, ao abaixar, soltam as mãos. Passam a manter os braços balançando, junto ao corpo. São as damas agora, que erguem os braços, de mãos dados, sobre a cabeça dos cavalheiros. Abaixam os braços, com as mãos dados, enlaçando os cavalheiros pela cintura. Se deslocam para o lado que o marcador pedir.
19. DUAS RODAS
As damas levantam os braços, abaixando em seguida. Continuam de mãos dados, sem enlaçar os cavalheiros, mantendo a roda. A roda dos cavalheiros é também mantida. São novamente duas rodas, movimentando, os duos, no mesmo sentido ou não, segundo o comando. Até a contra-ordem!
20. REFORMAR A GRANDE RODA
Os cavalheiros caminham de costas, se colocando entre os damas. Todos se dão as mãos. A roda gira para a direita ou para a esquerda, segundo o comando.
21. DESPEDIDA
De um ponto escolhido da roda os pares se formam novamente, Em fila, saem no GALOPE, acenando para o público. A quadrilha está terminada. Nas Festas Juninas Mineiras, após o encerramento da quadrilha, os músicos continuam tocando e o espaço é liberado para os casais que queiram dançar.
Fonte: www.brasilfolclore.hpg.ig.com.br





























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