VÍDEO MEIO AMBIENTE...muito bom!!!
MATEMATICA : HISTORIA DOS NUMEROS
-HISTÓRIA DOS NÚMEROS
N° DA CASA
TELEFONE
IDADE
DATA DE NASSCIMENTO
SAPATO
CAMISETA
CALÇA
IDADE
ALTURA
PESO
Teatro de Mãos
(A partir dos 4 anos.)
VOCÊ VAI PRECISAR DE:
- um jogo de canetinhas;
- um desenho de uma lâmpada;
- um anel bonito que sirva no dedo anular;
e um dedal...
Pegue o livro "Os Dez Amigos" de Ziraldo e monte um teatro de mãos para a sua turminha!
A história fala sobre amizade e companheirismo, de um jeito muito bacana.
Sugestões:
1) Os dedos, juntos, descobrem que podem brincar de tudo! Pergunte às crianças que mais os dedos podem, fazer, além de brincar. Tocar instrumentos? Ajudar?
2) Desenhe carinhas nos dedos das crianças e proponha que cada uma crie uma conversa entre os seus dedinhos. Use canetinhas coloridas, para melhor efeito. As crianças também podem criar chapéus, gravatas, saias, para seus dedinhos e dar-lhes nomes.
3) Você não precisa parar por aí. Que tal adaptar outros textos? Que tal criar seus próprios roteiros?
JOGO...
MUITA COISA BOA...
http://revistaescola.abril.com.br/edicoes/0195/aberto/195_fichas.pdf
BONECO ECOLÓGICO...
- Meia calça (¾) usada;
- Serragem;
- Alpiste;
- Gominha;
- Lã vermelha;
- Olhinhos de plástico;
- Cola quente.
Modo de Fazer
- Misture o alpiste com um pouco de serragem, para começar a encher a meia até onde você quiser que nasça o cabelo do boneco.
- Preencher o restante da meia com serragem pura.
- Ao terminar, amarre e corte o que sobrar da meia.
- Comece a dar um rosto ao seu boneco. Na altura do nariz, puxe um pouco a meia e amarre com uma gominha.
- Se quiser colocar orelhas, basta repetir a ação.
- Utilizando cola quente, coloque os olhos e a boca de seu boneco.
- Com um pedaço de fio de lã você pode dar formatos diferentes à boca, para criar expressões variadas.
- Vá a uma torneira e molhe totalmente o boneco, até que ele esteja encharcado.
- Depois, basta molhar o boneco uma vez por dia e somente na região da cabeça, para acompanhar o crescimento do “cabelo verde”.
SITE ...
MENINAS...ESPERO QUE ENCONTREM COISAS INTERESSANTES!!!
MASSINHA DE MODELAR 2

MASSINHA DE MODELAR...
Esse é um desafio curioso !
Mas, se você olhar fixamente para o pontinho preto por 30 segundos e olhar para uma superfície branca (parede, por exemplo) ... vai ter uma surpresa !! Vai ver a nossa bandeira linda e nas suas cores certas !
A pergunta é : por que isso acontece ??
Sugestão : faça outros desenhos e pinte com as cores que desejar.
Faça um pontinho preto para fixar o olhar e repita o processo da bandeira.
Você vai ver cores lindas !
BINÓCULO...
BONECA BELOCA...
DISLEXIA...
Falar e Ouvir, são atividades com fundamentos biológicos.
A criança aprende a usar a linguagem falada com velocidade incrível e isto depende de:
- meio ambiente
- trato vocal
- organização do cérebro
- sensibilidade perceptual para falar os sons
Ela adquire a linguagem escrita em parte Inventada e em parte Descoberta.
Inventada porque criou-se símbolos visuais (grafemas = letras) para representar elementos da linguagem.
Descoberta, porque esses elementos serão reconhecidos na linguagem falada (relação grafema / fonemas = sons das letras).
Ler não depende somente da capacidade de segmentação fonêmica (reconhecer sons e símbolos). Ela é necessária, mas não é sufuciente para formar um bom leitor. A criança precisa descobrir que uma palavra é composta por sons significantes e aprender também a identificá-los. Mas principalmente, para se adquirir a habilidade da leitura e escrita, é necessário que haja a automatização desta função, além da capacidade de síntese (interpretação).
Esta habilidade não se desenvolve naturalmente nem maturacionalmente, o aprendizado se incumbirá desta tarefa.
No entanto, há um número de crianças, bastante representativo, com dificuldade para aquisição e/ou automação do aprendizado da leitura e escrita. Entre as diversas causas possíveis dessa dificuldade está a dislexia. A dislexia, uma dificuldade acentuada na leitura e na escrita, atinge de 10 % a 15% da população mundial. Ainda não é reconhecida e muitas vezes não é aceita por professores. Crianças com 6 ou 7 anos de idade que apresentam inteligência normal (geralmente acima da média ), mas tem uma dificuldade atípica de aprender a ler, escrever e soletrar podem ser disléxicas.
A leitura lenta, trabalhosa e individual de palavras impede a habilidade da criança, adolescente ou adulto de compreender o que leu ou escreveu, mesmo que sua capacidade de compreensão da língua falada seja adequada. Há muita dificuldade também em transformar a soletração em som. Deficiências no processo fonológico, que são fortes indicadores de que haverá dificuldade na leitura e escrita, podem ser identificados no jardim da infância ou na 1a série.
A alfabetização precoce não produz a dislexia, mas facilita o seu diagnóstico. Os métodos da alfabetização mais modernos, como na alfabetização GLOBAL, onde a criança aprende a identificar as palavras como um todo tem conduzido a uma identificação mais rápida de disléxicos. O método SINTÉTICO ou FÔNICO, que não impõe tanta carga ao disléxico, permite que alguns casos passem mais tempo desapercebidos.
O sucesso na reeducação de um disléxico está baseado numa terapia multisensorial (aprender pelo uso de todos os sentidos ), combinando sempre a visão, a audição e o tato para ajudá-lo a ler e soletrar corretamente as palavras. O disléxico precisa olhar atentamente, ouvir atentamente, atentar aos movimentos da mão quando escreve e prestar atenção aos movimentos da boca quando fala.
Assim sendo, a criança disléxica associará a forma escrita de uma letra tanto com seu som como com os movimentos da mão para escrevê-la. O aprendizado deve ser feito de forma sistemática e cumulativa. Sendo ainda cada caso um caso específico, devem ser levadas em consideração as particularidades de cada um.
FONTE: ABD - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE DISLEXIA
CONTOS DE FADAS...
Este projeto visa a contação de histórias infantis de forma divertida, onde no final do projeto os alunos assistem um teatro das professoras.
Objetivos Gerais:
- Possibilitar a criança uma interação significativa, vivenciado situações que a estimulará a desenvolver sua percepção e imaginação.
Objetivo específico:- Possibilitar a criança conhecer alguns contos de fada;
- Estimular a criança a expressar seus sentimentos emoções;
- Incentivar a criança a identificar personagens, locais e seqüência de fatos;
- Exercitar a oralidade, através de relato sobre os contos;
- Visualização, contato e manuseio de diferentes matérias e objetos;
- Incentivar a iniciativa e criatividade das crianças para que recontem os contos a sua maneira.
- Brincar com a representação da história.
Conteúdos:
- Participação em situações de brincadeiras nas quais as crianças escolhem os parceiros, os objetos, os temas, o espaço e os personagens.
Procedimentos:
1. - Apresentar o livro da história a ser trabalhada no bimestre.
1.1 – Conversar sobre os cuidados que precisam ter ao manusear os livros.
1.2 – Mostrando as ilustrações da capa, nome do autor do livro e nome do livro.
2. - Ler a história.
2.1 – Organizar um cantinho tranqüilo sem interrupções.
2.2 – Ao ler a história dar ênfase ao tom de voz, mudando a entonação da fala a cada personagem.
2.3 – Deixar as crianças comentarem sobre as cenas e fatos.
3. – Representar a história
3.1 - Relembrar a história fazendo interpretação oral, questionando sobre o que e qual personagem mais gostaram.
3.2 – Organizar as crianças para que comentem sobre a história.
3.3 - Utilizar uma técnica ( massinha de modelar, dobradura, colagem, pintura, sucata,etc.), incentivando os alunos a criarem um personagem da história.
4. – Teatro das professoras
4.1 – Definir a data e o local da apresentação.
4.2 – Definir os personagens e o figurino que será utilizado.
LINDAS...
EXPLORANDO O BRANCO...
Para educadores: Reuniões de Avaliação
OBJETIVO: Avaliação do trabalho educacional realizado.
MATERIAL: Lousa ou quadro branco; folhas de anotação e lápis para todos.
COMO APLICAR:
- Não gosto de falar em pontos positivos e negativos, porque todo esforço tem algo de positivo, mesmo que não resulte naquilo que se espera. Então, costumo falar em "pontos fortes" e "pontos fracos".
- Um jeito gostoso de começar é fazer um resumo das atividades desenvolvidas no ano anterior, bem objetivo, para que as pessoas se situem no assunto. Aí, pede-se para as pessoas fecharem os olhos e perceberem como é que se sentem em relação ao que foi realizado.
- Pode-se pôr uma música suave, para favorecer a interiorização.
- Aí, pede-se que abram os olhos e escrevam um ponto forte (o que funcionou bem, deu bom resultado) e um ponto fraco (o que deixou a desejar) do trabalho do ano anterior. Peça que não enfoquem pessoas, mas fatos do grupo como um todo. (Nada de "A Fulana podia ter chegado mais vezes no horário", mas "Nem sempre conseguimos ter a pontualidade necessária.")
- Divida a lousa ou quadro ao meio, escrevendo PONTOS FORTES, de um lado e PONTOS FRACOS do outro. Cada pessoa vai lá escrever aqueles que observou.
- Depois, inicia-se um diálogo entre o grupo: Este quadro reflete bem a nossa realidade? Como nos fortalecer onde estamos fracos? Como fazer para manter e aperfeiçoar nossos pontos fortes?
Tempo para os filhos - Uma mensagem aos pais
Um menino, com voz tímida e os olhos cheios de admiração, pergunta ao pai, quando este retorna do trabalho:
- Papai! Quanto o Sr. Ganha por hora?
O pai, num gesto severo, respondeu:
- Escuta aqui meu filho, isto nem a sua mãe sabe! Não amole, estou cansado!
Mas o filho insiste:
- Mas papai, por favor, diga quanto o Sr. ganha por hora?
A reação do pai foi menos severa e respondeu:
- Três reais por hora
- Então, papai, o Sr. poderia me emprestar um real?
O pai, cheio de ira e tratando o filho com brutalidade, respondeu:
- Então era essa a razão de querer saber quanto eu ganho? Vá dormir e não me amole mais, menino aproveitador!
Já era tarde quando o pai começou a pensar no que havia acontecido e sentiu-se culpado. Talvez, quem sabe, o filho precisasse comprar algo. Querendo descarregar sua consciência doida, foi até o quarto do menino e, em voz baixa, perguntou:
- Filho, está dormindo?
- Não papai! (respondeu o sonolento garoto)
- Olha aqui está o dinheiro que me pediu, um real.
- Muito obrigado, papai! (disse o filho, levantando-se e retirando mais dois reais de uma caixinha que estava sob a cama).
Agora já completei, Papai! Tenho três reais. Poderia me vender uma hora de seu tempo?
"Será que estamos dedicando tempo suficiente aos nosso filhos?"







































